A idade das trevas
Haja luz!
“… Viu Deus que era boa a luz; e fez separação entre a luz e trevas.” Gen 1;3 e 4
Luz natural; dia, noite; luzeiros… Entretanto, há outra mais excelsa; a espiritual. Aquela revela em sua incidência as coisas imanentes; essa, as transcendentes.
Iluminados pelo Espírito Santo os cristãos podem ver a luz Divina. Ao natural, difusão do conhecimento civilizatório, enseja certa luz.
Convivência pacífica, tolerância. Civilidade oposta à “idade das trevas”; produto tênue, comparado à Luz espiritual.
Paulo desafiou: “Onde está o sábio? Onde está o escriba? Onde está o inquiridor deste século? Porventura não tornou Deus, louca, a sabedoria deste mundo?” I Cor 1;20
Distinguiu o saber espiritual; “… falamos a sabedoria de Deus, oculta em mistério; a qual Deus ordenou antes dos séculos para nossa glória; nenhum dos príncipes deste mundo conheceu; porque, se conhecessem, nunca crucificariam ao Senhor da Glória.” Cap 2; 7 e 8
Embora seja boa a luz natural, empalidece, ante à espiritual.
Podemos ser tolerantes, cordatos, educados, contudo, andar em trevas espirituais. Nada liberta-nos da “idade das trevas” senão, a Cruz de Cristo.
O homem natural tende a fugir, refém das práticas errôneas. “… a luz veio ao mundo; os homens amaram mais as trevas que a luz, porque suas obras eram más. Porque todo aquele que faz o mal odeia a luz, não vem para luz, para que suas obras não sejam reprovadas.” Jo 3;19 e 20
Uma geração tão acostumada com as trevas, vê na luz uma ameaça.
Devemos andar. “Se andarmos na luz, como Ele na luz está, temos comunhão uns com os outros e o Sangue de Jesus Cristo, Seu Filho, nos purifica de todo pecado.” I Jo 1;7
A luz espiritual enseja comunhão. Impregna em todos os seus signatários, algo de Deus. Comporta muitos pregoeiros, métodos; uma fonte: “As palavras dos sábios são como aguilhões, como pregos, bem fixados pelos mestres das assembleias, que nos foram dadas pelo Único Pastor.” Ecl 12;11
Quem escolher a luz de Cristo, será reputado ovelha, estará à destra.
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