O relativismo moral
Suicídio espiritual
“Há uma geração que é pura aos próprios olhos, mas que nunca foi lavada da sua imundícia.” Prov 30:12
Se, o mesmo objeto é depositário de dois adjetivos antagônicos, pura e imunda, uma dessas classificações está errada, necessariamente. O quadro redondo é uma impossibilidade, igualmente, o puro, imundo.
O conflito de perspectivas entre a visão Divina e a humana vem desde a sugestão de autonomia, no Éden.
A redefinição da pureza, não ocorre porque ela passe por variações; antes, porque os conceitos são relativizados.
Inversão de valores só é possível, uma vez que, os tais tenham sido estabelecidos. Quem os pode estabelecer, senão, quem tudo criou?
Pouco importará no juízo, que os homens declarem puro, aquilo que O Criador valorou como imundo. O julgamento não sofrerá variações por causa disso; as expectativas dos réus, sim, serão decepcionadas.
“Ai dos que ao mal chamam bem, e ao bem, mal; fazem das trevas, luz, da luz, trevas; fazem do amargo, doce, e do doce, amargo!” Is 5:20
O profeta pontua a causa dessa reversão: “Ai dos que são sábios aos próprios olhos, prudentes diante de si mesmos!” v 21
O temor, mais que dos atos do inimigo, livra da cegueira que palpita em nós. “Não sejas sábio aos teus olhos; teme ao Senhor, aparta-te do mal.” Prov 3:7
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