Longanimidade
O juízo em espera
“Quando o ímpio crescer como a erva, quando florescerem todos os que praticam a iniquidade, é que serão destruídos perpetuamente.” Salm 92:7
Eventualmente, topamos com textos dos que usam as muitas injustiças que acontecem, como “provas” que Deus não existe. Pois, se existisse – acreditam – deveria intervir e julgar.
A retribuição imediata pelas maldades, é uma humana perspectiva que, se levada a termo, teria que ser contra todos; os que nos incluiria com nossas injustiças.
A Palavra ensina: “Porquanto não se executa logo o juízo sobre a má obra, o coração dos filhos dos homens está inteiramente disposto para fazer o mal.” Ecl 8:11
Agur confessa que “azedou” vendo a prosperidade dos ímpios, nos seus dias.
Teceu considerações sobre as “vantagens” da impiedade, depois refez: “Quando pensava entender isto, foi para mim muito doloroso; até que entrei no santuário de Deus; então entendi o fim deles. Certamente Tu os puseste em lugares escorregadios; Tu os lanças em destruição.” Sal 73:16 a 18
Deus permite impiedade por duas razões, inicialmente; tem todo o tempo para retribuir; e se apraz mais em salvar; “… não tenho prazer na morte do ímpio, mas que o ímpio se converta do seu caminho, e viva. Convertei-vos, convertei-vos dos vossos maus caminhos; pois, por que razão morrereis…” Ez 33:11
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