Aflições dos justos
Pela inveja
“Porventura cresce o junco sem lodo? Ou cresce a espadana sem água?” Jó 8:11
Afinal, se aquelas ervas citadas não crescem, senão, nos lugares adequados, também o juízo Divino não incidiria sem culpas nossas, foi o argumento de Bildade a Jó.
Acontece que o que estava em xeque era a mentira invejosa de satã, não caráter do patriarca.
Um justo padecer sofrimentos, perseguições nessa vida não deriva do juízo, antes, as causas são outras.
Crer, defender e viver a verdade num mundo que assim não faz, já nos torna incômodos, porque acaba sendo uma denúncia sem palavras, contra os que não querem a retidão, mas desejam aprovação.
A maldade como modo de vida, requer certas condições que, os que fazem diferente acabam estragando pela dissidência. “… luz veio ao mundo, os homens amaram mais as trevas que a luz, porque suas obras eram más. Porque todo aquele que faz o mal odeia a luz, não vem para a luz, para que suas obras não sejam reprovadas.” Jo 3:19 e 20
Aqueles não podiam apontar objetivamente os pecados de Jó; então, especulavam baseados em sua lógica terrena. Às vezes, é precisamente a justiça que nos faz sofrer, pelo ambiente em que vivemos. “… no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo.” Jo 16:33
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