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A guerra dos meninos

A guerra dos meninos

As diferenças

“Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, pensava como menino…” I Cor 13:11 

Nessa fala, Paulo se refere à meninice espiritual. As parcialidades, emulações, disputas carnais, são compreensíveis entre meninos, recém-convertidos. Os aperfeiçoados, devem ter o amor como dom supremo, em função do qual, as meninices perdem espaço. 

Naqueles dias a meninice consistia em saber quem era de quem, “… Eu sou de Paulo, eu de Apolo, eu de Cefas e eu de Cristo.” Cap 1:12 

Vergonhosamente a doença permanece, embora os sintomas tenham nomes diferentes; “Eu sou arminiano, eu sou calvinista, reformado e eu pentecostal…”  

Certo que devemos nos tornar como crianças, para entrar no Reino; isso se refere à simplicidade, humildade, dependência do Pai; não, à falta de maturidade e compreensão. O mesmo Paulo sintetiza: “Irmãos, não sejais meninos no entendimento, mas sede meninos na malícia e adultos no entendimento.” I Cor 14:20 

Se, temos o mesmo Senhor, há diferenças periféricas toleráveis; “O que come não despreze o que não come; o que não come, não julgue o que come; porque Deus o recebeu por seu… Um faz diferença entre dia e dia, outro julga iguais todos os dias. Cada um esteja inteiramente seguro em sua própria mente.” Rom 14;3 e 5  

Meninos brigam pelo melhor brinquedo. Homens espirituais têm metas maiores. 

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