Graça é um convite
Não, imposição
“O que cuida da figueira comerá do seu fruto; quem atenta para seu senhor será honrado.” Prov 27:18
Que alguém colha conforme plantou é pacífico, sob o ponto-de-vista da justiça. Porém, alguns forçam um antagonismo desnecessário, nas questões espirituais, derivando disso conclusões nem sempre sadias.
Digo; os da “eleição” do, uma vez salvo sempre salvo, veem na prescrição da necessária perseverança, e santificação, uma espécie de perversão doutrinária.
Como se, quem nisso acredita e por isso se esforça, fosse adepto da salvação pelas boas obras. Ora, se a fé sem obras é morta, ramos infrutíferos são podados para não atrapalhar, o desenvolvimento da salvação requer que trabalhemos em consórcio com O Senhor, sim.
O que faz a porta estreita e o caminho apertado, senão, o labor necessário para nossa perseverança?
Quando diz: “Não por força nem por violência, mas pelo Meu Espírito, diz O Senhor dos Exércitos.” Zac 4:6
Atina à persuasão, que é espiritual. A pessoa é iluminada e capacitada à boa escolha; não é forçada. Em Cristo somos “mudados de prateleira;” “A todos quantos O receberam, deu-lhes poder de serem feitos filhos de Deus…” Jo 1:12
Se apenas aos que O recebem, essa ventura se dá, inevitável que a Graça precisa ser recebida. Quem assim faz, é agraciado, não, merecedor. Basta ser honesto para admitir.
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