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Robusta fraqueza

Robusta fraqueza

escravos dos prazeres

O homem réptil assediado pelas asas 

queda ofendido e desacata o mascate; 

que fala prolixo das majestosas casas 

onde se chega deixando, coisas rasas 

e investindo, nas de mais alto quilate; 

luz assusta quem se apegou ao escuro 

e todos sabem, que, homem não chora; 

só pinta os seus medos detrás do muro 

jura ser, porque descrê, no dito futuro 

no qual até pensará, porém, não agora; 

ah os valentes com tanta força no braço! 

que enrijecem na forja, para nada temer; 

sua valentia é só pequeno e falso pedaço 

nas lides da força rompem o cabo-de-aço, 

fácil são dobrados no barbante, do prazer 

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