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O juízo de Eli

O juízo de Eli

Por um menino

“O Senhor chamou a Samuel, e disse ele: Eis-me aqui. Correu a Eli, e disse: Eis-me aqui, porque tu me chamaste. Mas ele disse: Não te chamei, torna a deitar-te. Foi e se deitou.” I Sam 3:4 e 5 

A primeira vez que o menino Samuel ouvira Deus. Confundira com o homem, pensando ser o sacerdote Eli. Ele era o “representante de Deus” mediante o qual, poderia O Eterno falar. 

Porém, pela apostasia da sua casa, o que seus filhos faziam e ele, omisso e inconsequente, tolerava, Eli se tornara o motivo da Divina fala, não o meio. 

Juízo contra ele e sua casa era o tema; Samuel, embora ainda menino era o “Plano B” do Eterno. 

Se, aqueles que precisariam representar ao Santo por dever de ofício falham, atinente a isso, O Eterno usa caminhos alternativos; nem que seja, como então, enviar uma mensagem pelos lábios dum menino. 

Malgrado isso, foi reiterada a rebeldia de Eli, mesmo quando soube. “… Ele É O Senhor; faça o que bem parecer aos Seus olhos.” v 18 

Não que O Senhor precisasse autorização para fazê-lo. Avisou porque É misericordioso. Quiçá, houvesse arrependimento. O “não tô nem aí” que proferiu evidenciava sua dureza no erro, e a justiça do juízo. 

Sejamos bons ouvintes quando Deus adverte. Isso salva vidas. 

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