Divino aferidor
A verdade
“Chegando Pedro à Antioquia, lhe resisti na cara, porque era repreensível. Porque, antes que alguns tivessem chegado da parte de Tiago, comia com os gentios; mas, depois que chegaram, se foi retirando; se apartou deles, temendo os que eram da circuncisão.” Gl 2:11 e 12
Paulo referindo-se a Pedro, que, buscara agradar a judeus e gentios. Diferente do que ensina o catolicismo, que Pedro foi o “primeiro papa”, com as chaves do Reino, a autoridade máxima na igreja, pessoa infalível, ele era um homem comum. Errava; era passível de correção.
A autoridade final é A Palavra de Deus. As “chaves” dadas a Pedro foi a honra de ser o que abriria as portas do Reino, o primeiro pregador. O mais, é fantasia derivada de conveniências doentias.
Acaso não foi por corrigir em suas teses aos desvios de Roma, segundo A Palavra, que Lutero foi excomungado? Não é ainda, porque rejeitamos às tradições e Magistério, como fontes canônicas, que somos desprezados, tratados como hereges?
Nem todo o “protestante”, leva A Palavra de Deus a sério. Porém os que levam, não dependem de diretrizes espúrias; podem resistir publicamente ao comportamento réprobo. A autoridade não repousa sobre uma instituição ou homem; antes, sobre um valor Divino; “Porque nada podemos contra a verdade, senão, pela verdade.” II Cor 13:8
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