A demonização
Falta de argumentos
“… Tem demônio, está fora de si; por que o ouvis?” Jo 10:20
A demonização da divergência, traz, incialmente duas implicações; a falta de argumentos para combater eventual dissidência; e a presunção que, quem assim faz, necessariamente, está com Deus; de tal modo que, só poderia se lhe opor, quem estivesse com o capiroto. Ironicamente, foi o diabo que disse que o homem, pecando, viria a ser como Deus.
O falso deve ser demonstrado como tal, em si mesmo, não noutro. Se o “argumento” for: “Estás errado porque eu penso diferente e estou certo”, o outro também pode dizer o mesmo; assim, iriam ambos ao infinito defendendo suas “razões.”
Pois, se Jesus estava endemoninhado, como diziam, sendo eles servos de Deus, por que não expulsaram ao demônio e colocaram fim ao problema?
Quando o “argumento” de alguém vem assim, patrocinado pela insensatez, tal já se mostra derrotado na essência, e resiliente na sujeição à perversidade.
A Palavra é categórica: “Porque nada podemos contra a verdade, senão pela verdade.” II Cor 13:8
Pensar diferente é um direito que todos possuem; porém, quando decidir altercar, que cada um defenda sua posição com argumentos honestos.
Difere, pelejar pela verdade, e fazê-lo por uma predileção. A verdade encontrada liberta; as opiniões fanatizadas são como um nó; quanto mais se estica, mais aperta.
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