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A conversão da língua

A conversão da língua

Ou a sua doma

“Porque toda a natureza, tanto de bestas feras como de aves, tanto de répteis quanto, animais do mar, se amansa e foi domada pela natureza humana; mas nenhum homem pode domar a língua. É um mal que não se pode refrear; está cheia de peçonha mortal.” Tg 3:7 e 8 

Um dos frutos esperáveis nas vidas de homens espirituais é domínio-próprio. Isso inclui ter controle sobre a fala. Não é um dom que se receba; antes, um fruto que precisamos aprender a produzir, exercitando-nos nisso. 

A Palavra nos ensina que, a tribulação produz paciência; justamente, nos momentos turbulentos, é que precisamos aprender a ser diques, não correnteza; reter o ímpeto de dar vazão às conversações indevidas e turbulentas. 

Se manter calmo, quando a calmaria reina, é apenas completar a paisagem; a excelência é conter impulsos danosos quando o ambiente está efervescente, quando as almas estão em ebulição. 

Assim como, eventualmente jejuamos, para, nesse período buscarmos aperfeiçoamento espiritual, podemos “jejuar” de falar, em turbulências assim.  

Quando falarmos que seja segundo coisas que edificam, procedentes do Senhor, como disse Davi; “O meu coração ferve com palavras boas, falo do que tenho feito no tocante ao Rei. Minha língua é a pena dum destro escritor.” Sal 45:1 

Mais que domar à língua, pois, alistá-la a uma causa excelente. 

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