Ensinos espúrios
Zelo cego
“Proibindo o casamento, e ordenando a abstinência dos alimentos que Deus criou para os fiéis, para os que conhecem a verdade, a fim de usarem deles com ações de graças;” I Tm 4;3
Paulo estava descrevendo nuances das “doutrinas de demônios”, que surgiriam nos últimos dias.
Um pouco antes dissera: “É necessário que o bispo seja irrepreensível, marido de uma mulher…” Cap 3:2
A imposição do celibato tolhe essa necessidade, abrindo brechas aos vícios que derivam da privação da vida conjugal.
Se alguém o quiser ser, voluntariamente, é de seu arbítrio, como era o próprio Paulo. “Porque quereria que todos os homens fossem como eu mesmo; mas cada um tem de Deus seu próprio dom…” I Cor 7:7
Outro traço seria a imposição da abstinência de certos alimentos. Os mórmons recusam café; os adventistas, carne de porco; Paulo diz: “Porque toda a criatura de Deus é boa, não há nada que rejeitar, sendo recebido com ações de graças. Porque pela palavra de Deus e pela oração é santificada.” I Tm 4:4 e 5
Cada um pode se mostrar cioso daquilo em que crê; porém, se A Palavra de Deus ensina o contrário, cabe ao homem prudente repensar.
Zelo excessivo que veta o que não precisa, pode ser camuflagem de culpa, por praticar o que foi vetado.
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