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Julgar a si mesmo

Julgar a si mesmo

A primeira pedra

“Porém ouvindo eles isto, acusados pela consciência, saíram um a um, a começar pelos mais velhos até aos últimos…” Jo 8:9 

Os candidatos a apedrejadores da mulher adúltera, foram autorizados a fazer o que queriam, desde que, não tivessem pecados; perderam o ímpeto justiceiro, uma vez desafiados a avaliarem-se. 

Como são fáceis de ver os erros alheios. Quando se trata dos nossos, só diante de um desfio dessa natureza, faremos um exercício de consciência. “Reconhecemos um louco sempre que o vemos; nunca, quando o somos.” 

O Senhor era mui “perigoso”; o simples contato com Ele iluminava pecadores expondo sua nudez. As trevas se mostraram muito mais confortáveis, para os que adotam o mal como modo de vida. “… a luz veio ao mundo, os homens amaram mais as trevas que a luz, porque suas obras eram más. Porque todo aquele que faz o mal odeia a luz, não vem para a luz, para que suas obras não sejam reprovadas.” Jo 3:19 e 20 

A quem tiver dúvidas honestas acerca da origem da doutrina, desafiou a praticá-la para descobrir; “Se alguém quiser fazer a vontade Dele, pela mesma doutrina conhecerá se ela é de Deus, ou se falo de Mim mesmo.” Jo 7:17 

Tendo que atirar a primeira pedra contra si mesmo, a brincadeira perde a graça. 

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