O pastor adúltero
A vergonha alheia
“Aquele que, sendo muitas vezes repreendido, endurece a cerviz, será quebrantado de repente sem que haja cura.” Prov 29;1
Está na mídia o vergonhoso caso do Pastor Salles Batista, da convenção das Assembleias de Deus no Pará, que teria adulterado com a própria nora, por um período de seis anos, ou mais.
Inevitável a vergonha alheia, de todos os que professam servir ao Senhor. Os inimigos da fé festejam coisas assim, afinal, isso mostraria que eles têm “razão”.
Pois durante seis anos, quantas pregações ele ouviu contra o pecado? Cada uma delas era uma repreensão que o atingia. Por que não deu ouvidos nunca? Pois, chegou o seu “de repente”.
Invés de usarmos a Divina Bondade a nosso favor, a maioria usa contra si; “Porquanto não se executa logo o juízo sobre a má obra, o coração dos filhos dos homens está inteiramente disposto para praticar o mal.” Ecl 8;11
Quem, tendo conhecimento dessa nojeira, ainda se assentará para ouvir algo do referido “pastor”. Se sua salvação ainda é possível, mediante arrependimento sincero, seu ministério pastoral acabou; não tem mais cura.
Invés de convocar a igreja a jejum e oração, como fizeram, louvem a Deus pela cura desse câncer.
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