O perdão
Precisa da verdade
“Pela misericórdia e verdade a iniquidade é perdoada…” 16:6
O perdão é basilar na doutrina de Cristo. Tanto que, nos ensina orar, rogando o Divino perdão, na exata proporção que estamos dispostos a perdoar. “Perdoa nossas dívidas, assim como perdoamos nossos devedores…” Mat 6;12
Porém, o advento do perdão carece do consórcio com a verdade. Já passei por situações, onde, sofri graves ofensas, reagi como pareceu oportuno; passado um tempo a pessoa que me ofendeu me convidou para “colocar uma pedra” sobre minha frustração e seguir, como se nada tivesse acontecido.
Assim, num momento, se sentiu no direito de me ofender; n’outro, de aconselhar o que eu deveria fazer. Ora, isso é tentativa de manipulação, não, arrependimento.
O perdão é mandamento e é libertador, tanto para quem dá, quanto, para quem recebe. Todavia, precisa vir alicerçado na verdade.
Quem nos ofendeu carece estar arrependido e admitir que, o que fez foi mal. Então, perdoar é o caminho normal.
Espezinhar alheios direitos, e ainda tentar dominar a reação, é cretinice de gente sem noção, que peca por não reconhecer limites e reitera, quando tenta “consertar”.
Todos erramos. Quando isso acontecer, não nos lavemos com lama; digo, não tentemos consertar um erro com outro; tenhamos honestidade, compromisso com a verdade; o perdão certamente entrará em cena.
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