Os ídolos
Ou O Deus Vivo
“Terás por contaminadas as coberturas de tuas esculturas de prata, o revestimento das tuas esculturas fundidas de ouro; as lançarás fora como um pano imundo, e dirás a cada uma delas: Fora daqui.” Is 30:22
A cura da idolatria. Com suas próprias mãos lançariam fora seus ídolos desprezando-os completamente; quando?
O verso anterior diz: “Teus ouvidos ouvirão a palavra do que está por detrás de ti, dizendo: Este é o caminho, andai nele, sem vos desviardes para a direita, nem para a esquerda.” 30:21
O ministério do Espírito Santo, falando-lhes, deixaria patente de modo cabal, a diferença entre O Deus Vivo, e os bibelôs mortos de humana feitura.
Tal advento mudaria tudo; “Até que se derrame sobre nós o Espírito lá do alto; então o deserto se tornará em campo fértil, o campo fértil será reputado por um bosque. O juízo habitará no deserto, a justiça morará no campo fértil.” 32:15 e 16
É questão de justiça, jogar no lixo os enganos, que suas próprias mãos forjaram como “substitutos” ao Deus Vivo.
Sem O Espírito Santo vivificando consciências no novo nascimento, a cegueira permanece. A “única igreja verdadeira”, ainda erra nisso; “… nada sabem os que conduzem em procissão suas imagens de escultura, feitas de madeira, rogando a um deus que não pode salvar.” Is 45:20
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