Decadência
maus exemplos
“Sede meus imitadores, como também eu de Cristo.” I Cor 11; 1
O exemplo supera palavras. Aprender por imitação é o método mais fácil. Que tipo de exemplos protagonizamos aos infantes?
São lançados no palco da vida sem script; improvisam suas “falas” pelos parâmetros.
Estarão expostos a valores ante os quais terão que optar pela facilidade de assimilá-los, ou, a excentricidade de combatê-los.
A mentira é canonizada diariamente por todos os meios. Como gerar apreço pela verdade?
Se, interesses superam valores, como impregná-los? Moral e bons costumes são extirpados. Como ensinar aos pequenos sobre obedecer às leis e autoridades, se, todo o dia a impunidade desfila garbosa? A justiça escolheu outro modo para mostrar que é cega.
Como desenvolver o gosto pela arte, se, lixeiras verbais desfilam como tal?
Pode viçar uma flor entre pedras; mas, é mais comum que sirvam de abrigo a cobras e lagartos. Surgir um virtuoso, nesse caldo, é um albinismo quase impossível.
Jeremias advertia: “Porventura pode o etíope mudar sua pele, ou o leopardo suas manchas? Então podereis fazer o bem, sendo ensinados a fazer o mal.” Jr 13; 23
A ideia de estudar para ser alguém, é antiga. Todavia, tantos estudiosos governados por analfabetos, corruptos, ladrões. Seria o infante estimulado, vendo isso?
Nossa “educação” resume-se à difusão do conhecimento privada de valores; assim, desenvolvem-se talentos sem caráter; o mau caráter, talentoso, acaba sendo o melhor dos piores. Então, urge que as crianças recebam de presente, adultos melhores.
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