Do fundo do poço
A Divina forja
“Os que confiam no Senhor serão como o monte de Sião, que não se abala, mas permanece para sempre.” Sal 125:1
Então, uma conclusão resulta necessária; quando alguém deixa de permanecer, a suposta confiança, que professou um dia, era falsa.
Camões, o poeta, dizia: “A verdadeira afeição, na longa ausência se comprova.” Se, O Santo se “ausentar” de nós por uns tempos, deixando de atender nossas súplicas, socorrer-nos em nossos pleitos, isso colocará à prova nosso afeto; saberemos então, se é veraz, ou mero emocionalismo sazonal.
Dizem que do fundo dum poço se pode ver estrelas durante o dia. Assim, quando Deus permite que cheguemos ali, talvez, esteja ensejando que aperfeiçoamento de nossa visão, das coisas celestes.
Momentos de provação, quando tudo dá errado, neles oramos mais, meditamos mais profundamente. “Foi-me bom ter sido afligido, para que aprendesse Teus Estatutos.” Salm 119:71
Isaías nos exorta que perseveremos, mesmo quando tudo parecer totalmente escuro ao redor; “… Quando andar em trevas, não tiver luz nenhuma, confie no Nome do Senhor, firme-se sobre o seu Deus.” Is 50:10
Há certas virtudes, nuances de têmpera que são, mais bem hauridas, em dias difíceis, do que o seriam, em tempos venturosos. “A calmaria que te faz dormir, pode ser mais letal que a tempestade que te mantém acordado.”
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