As “novidades”
São fugas
“Não me aborreço de escrever-vos as mesmas coisas; é segurança para vós.” Fp 3:1
A sede por “novidade” é algo que precisaria ser estudado. Basta que uma coisa surja como nova, nem que não seja, necessariamente, e receberá atenção especial.
A verdade, mormente, nas questões espirituais, não busca por originalidade, satisfazer os desejos dos “consumidores”.
Ela não se importa de ser monótona, repetitiva; quem precisa de mudança são as nossas almas. Tais, fomentam o engano que alguma mudança favorável aconteça, pela sua incidência.
No berço da filosofia, Atenas, essa doença também era pujante: “Pois, todos os atenienses e estrangeiros residentes, de nenhuma outra coisa se ocupavam, senão de dizer e ouvir alguma novidade.” Atos 17:21
O que são, a teologia liberal e as igrejas “inclusivas”, senão, febres derivadas do espírito do tempo, alienadas de Deus?
Seus proponentes cansaram das “mesmas coisas” e decidiram inovar, onde, inovações não são bem-vindas; na Palavra da Vida. “Jesus Cristo É o mesmo; ontem, hoje e eternamente.” Heb 13;8
Quando for possível renovar, métodos, formas de difusão, mãos à obra! Adequemos a linguagem ao nosso tempo. Entretanto, no que é eterno, o teor, que nossas efêmeras mãos não toquem. “… tendo coceira nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme suas concupiscências; desviarão os ouvidos da verdade…” II Tim 4;3 e 4
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