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Medo da cruz

Medo da cruz

descrucificados

“Portanto, vós orareis assim: Pai nosso…” Mat 6:9 

Jesus ensinou um modelo, a ordem que nossa súplica deveria seguir, diante do Eterno. Não, um mantra que deva ser repetido religiosamente. 

Dentre os muitos males que a verdade combate está o egoísmo. “Pai nosso…” 

A filiação com Ele necessariamente nos irmana com muitos. O eu, deve aprender a sair de cena, dando vez ao nós. 

Os que se revoltam e deixam de congregar, afirmando que estão “bem com Deus” apenas revoltados com erros das igrejas, perdem o senso gregário de membros do corpo. Se, pretendem ser o corpo inteiro, deveriam orar: “Pai meu…” 

Não ignoramos os problemas que acontecem nas congregações. Porém, quando esses incidem, se, invés de tentar resolver nos melindramos, ofendemos e nos retiramos, onde ficou o “negue a si mesmo” por amor de Cristo? 

Tudo o que acontece na igreja, probo ou infame, nos diz respeito. “Quem enfraquece, que eu também não enfraqueça? Quem se escandaliza, que eu me não abrase?” II Cor 11:29 

Aquele que possui um bom andar deve continuar assim, a despeito dos que andam desordenadamente. Sua firmeza precisa ser exemplar. Sair ofendido se dizendo desigrejado, pode parecer uma atitude libertária aos olhos míopes; porém, revelará um covarde, que desistiu da luta por tentar preservar vivo, o que deveria ser crucificado. 

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