O deserto é escola
necessária
“Jesus, cheio do Espírito Santo, voltou do Jordão e foi levado pelo Espírito ao deserto;” Luc 4:1
Onde colocaríamos alguém cheio do Espírito Santo? Certamente, num púlpito para pregar.
O Divino modo de agir não se alinha, necessariamente, ao humano. As prioridades celestes não são as mesmas da terra.
Os que aceitam o chamado para a salvação precisam rever essas coisas. “… buscai primeiro o Reino de Deus, e sua justiça…” Mat 6:33
Ou, “Portanto, se já ressuscitastes com Cristo, buscai as coisas que são de cima, onde Cristo está assentado à destra de Deus. Pensai nas coisas que são de cima, não nas que são da terra;” Col 3:1 e 2
Quando, a permissão dum deserto soar mais importante que o concurso eufórico das multidões, será porque, o devido preparo é mais importante que outras coisas.
A precipitação costuma se revelar perdulária, como vimos no filho pródigo. Achar que estamos prontos para determinado “nicho”, e ousarmos sem o devido chamado, tem dez chances em dez, de acabar errado.
O Senhor, reduzido às limitações humanas precisou do deserto, o que dizer de nós? O novato se apressa por medalhas; o experimentado se acautela, zeloso. O Senhor é criterioso com os que comissiona; “Não neófito, para que, ensoberbecendo-se, não caia na condenação do diabo.” I Tim 3:6
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