A “virgem” Maria
Anomalia imposta
“Não é este o filho do carpinteiro? Não se chama sua mãe Maria, seus irmãos Tiago, José, Simão e Judas? Não estão entre nós todas as suas irmãs? De onde lhe veio, pois, tudo isto?” Mat 13:55 e 56
O Salvador foi extremamente “normal”; trabalhou como carpinteiro; teve uma família comum. Por que o catolicismo “precisa” que Maria seja eternamente virgem, embora A Palavra de Deus relate diferente? Porque a mentira não lida bem com o normal.
Um erro crasso de interpretação deu azo a essa “necessidade”. Alguns acham que o pecado original foi sexo. Tanto que, uma oração católica de louvor a Maria traz: “Virgem concebida sem o pecado original…”
Sexo, nos Divinos padrões é abençoado. O pecado original foi a desobediência, que trouxe consigo maldição a todo o reino que fora entregue ao homem, e acabou com o inimigo.
Eva pecou só; depois chamou Adão. Se fosse o sexo, ambos pecariam juntos.
Desse erro nasceu que Maria segue eternamente “virgem”, um dogma mentiroso, e desnecessário. A Pureza do Salvador requeria que não fosse concebido de semente humana; e assim foi.
O sobrenatural atua apenas onde as coisas não poder ser feitas pelos meios naturais. Cercas que “protegem” o que não carece ser protegido, não passam de rebeldia religiosa. A verdade liberta delas também.
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