O incesto
e os desonestos
“Neste livro é lícito as filhas transarem com o pai.”
Legenda duma postagem ateísta escrita sobre a foto duma Bíblia.
Na destruição de Sodoma, Gomorra, Admã e Zeboin, as filhas de Ló pensaram que o mundo tinha acabado; ficaram apenas os três vivos.
Então decidiram “preservar a semente” do pai; o embriagaram e copularam com ele engravidando ambas, dele.
Ora, se a Bíblia fosse um livro humano, por que registraria algo assim, constrangedor? Basta ver como os romancistas e roteiristas tratam seus heróis.
O registro é um texto narrativo. Quanto aos de teor normativo, atinente à vida sexual, temos outros: “Nenhum homem se chegará a qualquer parente da sua carne, para descobrir sua nudez. Eu Sou O Senhor. Não descobrirás a nudez de teu pai e de tua mãe: ela é tua mãe; não descobrirás sua nudez. Não descobrirás a nudez da mulher de teu pai; é nudez de teu pai. A nudez da tua irmã, filha de teu pai, ou filha de tua mãe, nascida em casa, ou nascida fora de casa, a sua nudez não descobrirás.” 18:6 a 9 etc.
Quando alguém precisa usar desonestidade, mentiras, para combater a algo, não está evidenciando a fragilidade daquilo que combate; antes, a própria.
“… Duro é para ti recalcitrar contra os aguilhões.” Atos 9:5
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